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A Região Metropolitana do Recife é uma área administrativa criada em 1973, quando o Governo Federal decidiu implantar uma política de desenvolvimento no entorno das capitais brasileiras, unindo os municípios ligados por problemas comuns. Tem uma área de 2.766 km² (2,82% do Estado de Pernambuco) e é formada por 14 municípios onde vivem 3.690.547 habitantes, sendo que 3.589.176 desses habitantes estão na zona urbana e apenas 101.371 na zona rural, conforme dados do IBGE em 2010.

Os municípios mais populosos são Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista que, juntos, abrigam 79,63% da população regional e 33,23% da população de Pernambuco.

A RMR tem uma economia diversificada, englobando desde a indústria, o comércio, serviços, turismo e agricultura. É a região de maior concentração de renda do Estado e os seus municípios geram, juntos, metade de toda a riqueza produzida em Pernambuco. Centro de influência não apenas em Pernambuco, mas em todo o Nordeste brasileiro, a RMR tem o terceiro maior pólo médico do Brasil e o segundo melhor pólo de informática do País. Mais de 50% dos centros de pesquisa nordestinos estão na região.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH da RMR é de 0,783, o mais elevado entre as 12 Regiões de Desenvolvimento pernambucanas, sendo, inclusive, superior ao do Estado (0,705). Os municípios de Araçoiaba (com 0,637) e Ipojuca (com 0,658) apresentam os menores índices de IDH. Todos os municípios estão enquadrados no nível de médio desenvolvimento.

Municípios: Abreu e Lima, Araçoiaba, Cabo, Camaragibe, Igarassu, Ipojuca, Itamaracá, Itapissuma, Jaboatão, Moreno, Olinda, Paulista, Recife e São Lourenço da Mata.

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Localizada no sudoeste do Sertão Pernambucano, a Região de Desenvolvimento do Sertão de Itaparica tem uma área de 9.589,8 km² (9,69% do território estadual) e é formada por 07 municípios onde, de acordo com o censo demográfico 2010 do IBGE, vive uma população de 134.212 habitantes, sendo 77.140 habitantes na área urbana e 57.072 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Petrolândia (32.485 habitantes) e Floresta com 29.284 habitantes.

A economia do Sertão de Itaparica está baseada na agricultura irrigada (principalmente melão, melancia, tomate e cebola), na piscicultura e na caprinocultura, sendo a região responsável por 33% da criação de caprinos do Estado. A região é beneficiada pelo Rio São Francisco e é ali que está localizado o Lago de Itaparica, que representa outro importante fator econômico, pois oferece condições para a prática de esportes náuticos, pesca artesanal e competições sub-aquáticas

Por municípios, os destaques da região são os seguintes:

Floresta, Jatobá e Petrolândia destacam-se pela produção de melão, com cerca de 45% da produção estadual; Petrolândia é o maior produtor de melancia do Estado; Floresta, Itacuruba, Jatobá e Petrolândia são os maiores produtores de tomate; em Belém de São Francisco o destaque é a cebola; na caprinocultura o maior produtor é Floresta, seguido de Carnaubeira da Penha; em Tacaratu, o destaque é a tecelagem artesanal, sobretudo a fabricação de redes no Distrito de Caraibeiras.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH do Sertão do Itaparica é de 0,657, inferior ao de Pernambuco que é de 0,692. Entre os maiores índices estão Floresta (0,698) e Petrolândia (0,688).

Municípios: Belém do São Francisco, Carnaubeira da Penha, Floresta, Itacuruba, Jatobá, Petrolândia e Tacaratu.

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Localizada no Sertão Pernambucano, a Região de Desenvolvimento do Sertão Central tem uma área de 9.144,6 km² e é formada por 08 municípios onde, de acordo com o censo demográfico 2010 do IBGE, vive uma população de 171.307 habitantes, sendo 97.752 habitantes na área urbana e 73.555 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Salgueiro, com 56.641 habitantes, e São José do Belmonte, com 32.620 habitantes.

A economia do Sertão Central está baseada na agropecuária, principalmente a caprinovinocultura; na pequena indústria; no comércio e serviços. Além disso, a apicultura e o turismo também têm certo peso.

Entre os principais produtos agrícolas da Região, destacam-se o feijão, a cebola, o milho e a mandioca. Já a atividade industrial é caracterizada por pequenos estabelecimentos, com uma produção destinada basicamente ao mercado local.

Por municípios, os destaques do Sertão Central são os seguintes:

São José do Belmonte é o maior produtor de feijão, respondendo por 4,0% da produção do Estado; Parnamirim e Terra Nova produzem, juntos, 26,0% de toda a cebola produzida no Estado; o turismo é o destaque em Serrita onde anualmente acontece a famosa Missa do Vaqueiro.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH do Sertão Central é de 0,670, inferior ao de Pernambuco que é de 0,692. Entre os maiores índices estão Salgueiro (0,708) e Cedro (0,672).

Municípios: Cedro, Mirandiba, Parnamirim, Salgueiro, São José do Belmonte, Serrita, Terra Nova e Verdejante.

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Localizada no Sertão Pernambucano, a Região de Desenvolvimento do Sertão do Araripe tem uma área de 11.969,5 km² e é formada por 10 municípios onde, de acordo com o censo demográfico 2010 do IBGE, vive uma população de 307.642 habitantes, sendo 165.062 habitantes na área urbana e 142.580 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Araripina, com 77.363 habitantes, e Ouricuri, com 64.335 habitantes.

A economia do Sertão do Araripe tem como principal atividade a exploração da gipsita no chamado Pólo Gesseiro, responsável por 95% da produção brasileira de gesso. A região concentra 40% das reservas de gipsita do mundo. Além disso, destacam-se a caprinovinocultura, a produção de mandioca e a apicultura.

Na região, praticamente todos os municípios dependem da atividade gesseira que é baseada na extração de gipsita, na fabricação do gesso e na manufatura de artefatos utilizados, principalmente, na construção civil e no setor hospitalar. Em 2006, existiam no Sertão do Araripe 350 empresas, entre mineradoras, calcinadoras e fabricantes de pré-moldados. A produção regional era de 2,5 milhões de toneladas/ano de gesso, e o setor gerava 12 mil empregos diretos e 60 mil indiretos.

A participação da atividade gesseira no emprego formal total de Trindade é de 50,67%, de Ipubi 41,26% e de Araripina 27,96%.

No setor turístico/cultural, o destaque é a cidade de Exu, terra do compositor Luiz Gonzaga e onde está localizado o Museu do Rei do Baião.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH do Sertão do Araripe é 0,620, inferior ao de Pernambuco (0,692). Entre os municípios, os maiores índices são os de Araripina (0,650) e Trindade (0,641).

Municípios: Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade.

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