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Localizada na mesorregião do Agreste Pernambucano, a Região de Desenvolvimento do Agreste Meridional tem uma área de 10.828 km2 e é formada por 26 municípios onde, segundo o Censo 2010 do IBGE, vive uma população de 641.727 habitantes, sendo 370.818 habitantes na zona urbana e 270.909 habitantes na zona rural.

O município mais populoso é Garanhuns, com 129.392 habitantes, seguido por Buíque, com 51.990 habitantes.

A economia do Agreste Meridional tem na pecuária leiteira sua principal base, sendo a região conhecida como a Bacia Leiteira do Estado, participando com mais de 20% da produção total de leite de Pernambuco. Além disso, o turismo, o comércio e atividades agrícolas também têm expressão na economia regional.

Por conta do clima diferenciado (em cidades como Garanhuns, a temperatura cai a 12 graus centígrados no período mais frio), a região tem uma maior variedade de culturas agrícolas e essa particularidade climática também impulsiona o turismo local. Em 2001, por exemplo, a infra-estrutura hoteleira da Região era representada por 117 hotéis e pousadas, das quais 68,8% localizadas em Garanhuns.

Por municípios, os destaques da região são os seguintes:

Em Garanhuns, o Festival de Inverno atrai milhares de turistas; Buíque tem como maior atrativo o Vale do Catimbau, que é o segundo maior parque arqueológico do Brasil; Saloá explora o turismo rural; e a produção de leite destaca-se, entre outros, nos municípios de Bom Conselho, Itaíba, Capoeiras e Tupanatinga.

Índice de desenvolvimento humano - O IDH do Agreste Meridional é de 0,598, inferior ao de Pernambuco que é de 0,705. Entre os maiores índices estão Garanhuns (0,692), Venturosa (0,633) e Lajedo (0,625).

Municípios: Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Buíque, Caetés, Calçados, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Garanhuns, Iati, Itaiba, Jucati, Jupi, Jurema, Lagoa do Ouro, Lajedo, Palmerina, Paranatama, Pedra, Saloá, São João, Terezinha, Tupanatiga e Venturosa.

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Localizada na Zona da Mata Pernambucana, a Região de Desenvolvimento Mata Norte tem uma área de 8.404,5 km² (8,55% da superfície estadual) e é formada por 19 municípios onde, de acordo com o censo demográfico 2010 do IBGE, vive uma população de 577.191 habitantes, sendo 441.303 habitantes na área urbana e 135.888 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Goiana, com 75.648 habitantes e Carpina com 74.851 habitantes.

A Zona da Mata Norte tem uma economia predominantemente agrícola, sendo a principal atividade a produção da cana-de-açúcar e seus derivados - o setor canavieiro ocupa uma área de cultivo de 45,7% da superfície total, dados de 2000.Também destacam-se a agricultura (banana, verduras, inhame, mandioca), a indústria de transformação, o comércio, prestação de serviços e o turismo. Os principais produtores de derivados da cana-de-açúcar são os municípios de Lagoa de Itaenga, Camutanga e Goiana.

No setor cultural, além dos antigos engenhos, a Mata Norte tem atrativos como o conjunto arquitetônico de Goiana (belo casario, conventos e igrejas construídos nos séculos XVII e XIX) e manifestações artísticas como o maracatu, o cavalo marinho, a dança do coco, o mamulengo e a ciranda.

Por municípios, os destaques são os seguintes:

Tracunhaém, o artesanato de barro; em Lagoa do Carro, a tapeçaria; em Vicência, os artigos de papel e de palha de bananeira; em Timbaúba, os calçados de couro; em Paudalho, o bordado e o artesanato de madeira.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH da Mata Norte é de 0,650, inferior ao de Pernambuco que é de 0,705. Entre os maiores índices estão os do município de Carpina ?(0,724), Nazaré da Mata (0,703) e Goiana (0,692). O mais baixo é o de Itambé: 0,357.

Municípios: Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Carpina, Chã de Alegria, Condado, Ferreiros, Gloria de Goita, Goiana, Itambé, Itaquitinga, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Macaparana, Nazaré da Mata, Paudalho, Timbaúba, Tracunhaém e Vicência.

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Localizada na mesorregião do Agreste Pernambucano, a Região de Desenvolvimento do Agreste Setentrional tem uma área de 3.544,5 Km² e é formada por 19 municípios onde, segundo o Censo 2010 do IBGE, vive uma população de 526.905 habitantes, sendo 348.860 habitantes na zona urbana e 178.045 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Santa Cruz do Capibaribe, com 87.538 habitantes, e Limoeiro, com 55.574 habitantes.

A economia do Agreste Setentrional tem como principal atividade a produção de confecções e artefatos de tecido, sendo que a produção regional representa 73% de tudo o que é produzido pelo setor no Estado. Outras atividades importantes são o cultivo de frutas, hortaliças e cana-de-açúcar, a produção de móveis e o turismo.

Por municípios, os destaques da região são os seguintes:

Em Toritama, Santa Cruz do Capibaribe e Taquaritinga do Norte, predomina o setor de vestuário; Passira e Salgadinho destacam-se pelos bordados artesanais; em João Alfredo, a fabricação de móveis em madeira; São Vicente Férrer é o segundo maior produtor estadual de frutas, com 9,32% de todo o setor.

No artesanato, tem destaque na região a confecção de bordados artesanais.

Índice de desenvolvimento humano - O IDH do Agreste Setentrional é de 0,636, inferior ao de Pernambuco que é de 0,705. Entre os maiores índices estão os de Santa Cruz do Capibaribe (0,698), Limoeiro e Taquaritinga do Norte, ambos com 0,688.

Municípios: Bom Jardim, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, Frei Miguelinho, João Alfredo, Limoeiro, Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do Cambucá, São Vicente Férrer, Surubim, Taquaritinga do Norte, Toritama, Vertente do Lério e Vertentes.

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Localizada na Zona da Mata Pernambucana, a Região de Desenvolvimento Mata Sul tem uma área de 5.208,6 km² e é formada por 24 municípios onde, de acordo com o censo demográfico 2010 do IBGE, vive uma população de 733.447 habitantes, sendo 538.347 habitantes na área urbana e 195.100 habitantes na zona rural.

Os municípios mais populosos são Vitória de Santo Antão, com 130.540 habitantes e Escada, com 63.535 habitantes.

A economia da Mata Sul está baseada na produção da cana-de-açúcar e seus derivados, sendo que as usinas e destilarias instaladas na região respondem por 60% de toda a produção de açúcar e álcool do Estado - número significativo, pois o setor sucroalcooleiro responde por 12 % do PIB estadual. A pesca marinha, a criação de camarão, a fruticultura e a avicultura são outros destaques. Além disso, há o turismo de praia em municípios como São José da Coroa Grande, Barreiros, Tamandaré, Rio Formoso e Sirinhaém.

No setor cultural, a Mata Sul tem atrativos como o patrimônio histórico dos engenhos de açúcar e manifestações da arte popular.

Índice de Desenvolvimento Humano: O IDH da Mata Sul é de 0,626, inferior ao de Pernambuco que é de 0,705. Entre os maiores índices estão os do município de Vitória de Santo Antão (0,663), Ribeirão (0,658) e Palmares (0,653).

Municípios: Água Preta, Amaraji, Barreiros, Belém de Maria, Chã Grande, Cortês, Catende, Escada, Gameleira, Joaquim Nabuco, Jaqueira, Maraial, Pombos, Primavera, Palmares, Quipapá, Ribeirão, Rio Formoso, Sirinhaém, São José da Coroa Grande, São Benedito do Sul, Tamandaré, Vitória de Santo Antão e Xexéu.

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