Canto, geralmente improvisado, com refrão fixo para o desafio dos dois emboladores que se "enfrentam" de maneira semelhante aos repentistas da viola -a diferença é que, na embolada, o instrumento é o pandeiro. Muito comum no litoral nordestino. A "briga" se dá em forma de sextilha. Também é comum um único embolador se apresentar para uma roda de curiosos -neste caso, o poeta usa seus versos para satirizar a platéia, mas sem agredi-la, e pedir dinheiro.