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O Estado de Pernambuco tem 70% do seu território dentro do Polígono das Secas. Até 2011 quando teve início a atual, a seca mais arrasadora fora de 1877. Confira todas as secas no Estado desde 1583.

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abreu-lima-01Histórico

O município de Abreu e Lima está localizado numa área que teve seu povoamento iniciado quando o donatário Duarte Coelho dividiu a Capitania de Pernambuco em Sesmarias, em 1535. Mais tarde, precisamente em 1548, Vasco Fernandes (que era almoxarife-mor da Capitania) fundou ali o Engenho Jaguaribe, em torno do qual cresceu um povoado.

A princípio, o distrito de Abreu e Lima pertenceu administrativamente ao município de Igarassu e, depois, passou 47 anos subordinado ao município de Paulista. Abreu e Lima foi emancipado em 1982 tornando-se, assim, mais um município integrante da Região Metropolitana do Recife.

Abreu e Lima, no inicio da povoação, era denominado Maricota, uma senhora que foi dona de uma Pousada para tropeiros. A atual denominação do município foi adotada em 1948 e é homenagem ao militar e político José Inácio de Abreu e Lima, um dos heróis da insurreição pernambucana conhecida como Revolução Praieira (1848) e que também lutou ao lado de Simon Bolívar pela libertação da Venezuela.

Quem nasce em Abreu e Lima é abreu-limense.

Datas oficiais importantes:

22/07/1863: Criado o Distrito Policial de Maricota.
09-12-1938: Criação (através do decreto-lei estadual nº 235) do Distrito de Maricota, subordinado ao município de Paulista.
31-12-1948: Através da lei estadual nº 421, o distrito de Maricota passou a denominar-se Abreu e Lima.
20-12-1963: O Distrito de Abreu e Lima é elevado à categoria de Município, pela lei estadual nº 4993, desmembrado de Paulista.
27-08-1964: Por Acordão do Tribunal de Justiça, mandado de segurança nº 56889, o Município é extinto, voltando à categoria de Distrito.
01/05/1965: Elevação à Paróquia.
14-05-1982: O Distrito é novamente elevado à categoria de Município, também sob a denominação de Abreu e Lima, pela lei estadual nº 8950. Desmembrado de Paulista, foi instalado a 31-03-1983.
24/11/1990: Instalação da Comarca.


Dados gerais

Localização: Região Metropolitana do Recife, distante 20 km da capital, acesso pela BR-101 norte.
Área: 129,1 km²
Precipitação pluviométrica média anual: 2.200 milímetros
Meses chuvosos: Maio - Junho
População: 94.428 habitantes (IBGE 2010)
Eleitorado: 76.175 (TRE 2010)
Data de comemoração da emancipação política: 14 de maio
Padroeiro: São José
Prefeito: Marcos Jose da Silva (PT)
Vice-Prefeito: Josias Pereira de Azevedo (PMDB)


Base econômica

A economia de Abreu e Lima tem como base o comércio, com destaque para o setor de alimentação. O município é um importante centro de compras da sua área, com influência sobre os moradores das cidades de Goiana, Itamaracá, Igarassu e Itapissuma.

No artesanato local, destacam-se a tapeçaria, crochê, colchas de fuxico, pintura em tela, esculturas em madeira e em barro.

Peculiaridades 

Abreu e Lima é um daqueles municípios de grande importância na formação histórica de Pernambuco. Foi ali, por exemplo, que Vasco Fernandes de Lucena, depois de receber terras do donatário Duarte Coelho, instalou em 1548, um engenho de açúcar, o Engenho Jaguaribe, que acabaria dando origem ao município. Foi também ali que, séculos depois, já na povoação de Maricota (posteriormente distrito de Abreu e Lima), aconteceu a primeira batalha sangrenta da Revolução Praieira, movimento anunciado em Olinda a 07 de novembro de 1848. Com isso, a localidade ficou conhecida como "O Berço da Revolução Praieira".

Serviços

Prefeitura/endereço:
Av. Duque de Caxias, 924- Centro - CEP: 53510-050
Fones: (81) 3542-1061- 3542-2129

Fórum/endereço:
Forum Serventuário Antônio Camarotti
AV Duque de Caxias, 307 - Timbo - Cep: 53520010
Fones: (81) 3542-1676 / (81) 3542-2322 / (81) 3542-2547

Câmara Municipal:
Av. Duque de Caxias, 334/L - Centro CEP : 53.450-000
Fone: (81) 3542-2129

Vereadores (11):

Eden Pedro de Lima (PDT)
Elivaldo de França de Oliveira (DEM)
Elton Lennin Souza de Vasconcelos (PC do B)
Fabio Henrique da Silva (PSDB)
Herbert Varela Fonseca (PSL)
José Elias Pereira da Cruz (PR)
Juliana Paranhos Macedo Gomes Ferreira (PT)
Marcos Aurélio da Silva (PPS)
Murilo Vieira dos Santos (PR)
Natalício da Costa Alves (PC do B)
Rostand Cavalcanti Belem (PPS)

COMPESA - POSTO DE ATENDIMENTO:

1- Avenida dos Eucaliptos, 108 – Matinha. Telefone: (81) 3181-5135

2- Rua 43, s/n – Caetés III. Telefone: (81) 3181-5156

3- Rua 38, s/n – Alto da Bela Vista. Telefone: (87) 3854-1939

CRAS:
Rua 52, 145 - Caetés III
Telefone: (81)3541-8940

CREAS:
Av. Duque de Caxias,nº 1483 - Matinha
Telefone: (81)3541-0752

DEFENSORIA PÚBLICA:
Avenida Duque de Caxias, 307 - Timbó/ Fórum Local
Telefone: (81) 3542-3232

IITB - INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO TAVARES BURIL:
Rua Nossa Senhora Aparecida 10, Centro. CEP: 53510080 1° Andar, Sl. 102 - Secretaria de Ação Sociall

MINISTÉRIO PÚBLICO:
R. Lourival de Albuquerque, 118 – Centro
Telefone: (81) 3182-3390/3395

PROCON:
Av. Brasil, 10 sala 03, Centro (prédio da CDL).
Horário: 8h às 14h. (de segunda a sexta-feira)

 

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A mais famosa história de terremoto no Recife ocorreu a 28 de outubro de 1811, quando a cidade teria sofrido três gigantescos abalos. De acordo com documentos da época, na semana em que se deu o fenômeno os recifenses iniciaram uma polêmica. Uns falavam que foram, mesmo, tremores de terra. Outros disseram que tudo não passou de um grande trovão. E, assim, o fato passeou pelas rodas de conversa até cair no esquecimento. Mas, quando em 1859 Dom Pedro II visitou Pernambuco e quis saber o que realmente teria acontecido, de novo a versão de terremoto ganhou força. E, prontamente, relatórios passaram a ser elaborados. Todos, para satisfazer a curiosidade do imperador.

Entre esses documentos, o mais célebre foi escrito pelo Visconde de Suassuna que era senador e não quis deixar D. Pedro sair de Pernambuco sem notícias transmitidas por uma autoridade política. Detalhe: na época dos supostos tremores, o Visconde tinha 18 anos, não ouviu nada porque, como ele próprio escreveu, "estava assistindo aulas em Olinda" mas, ainda assim, produziu um relato de quase cem linhas. O relatório foi escrito a partir de "informações de diversas pessoas que me merecem inteira confiança" e conta que tudo aconteceu "pelas oito horas da noite pouco mais ou menos". Diz que foram três grandes e prolongados estrondos, com intervalos de uns cinco minutos de um a outro.

O relatório do Visconde de Suassuna narra que "o segundo tremor foi mais forte que o primeiro e último" e detalha os estragos provocados pelo fenômeno. Diz, por exemplo, que uma armação de chafariz construída no Pátio do Livramento "foi abatida pelo estremecimento da terra" e que no interior das casas "os objetos que se achavam sobre as mesas ameaçaram precipitar-se ao chão". Sobre a reação dos recifenses, o documento informa: "o povo corria para uma e outra parte dirigindo invocação ao Altíssimo". No final do texto, o senador conta que três iguais estrondos também foram ouvidos em Olinda e "em todos os lugares os habitantes se alvoroçaram da mesma sorte que os do Recife". Os historiadores que recuperaram e reproduziram o documento do Visconde de Suassuna (entre os quais Perreira da Costa) não discutem a seriedade dessa peça histórica.

Mas como explicar o fato de o senador não ter ouvido os estrondos no Recife porque se encontrava em Olinda, quando o relatório que ele escreveu diz que também ocorreram tremores em Olinda e os habitantes de todos os lugares se alvoroçaram? Indagações à parte, vai aí a frase que fecha o relatório do Visconde: "nesse mesmo ano e semanas anteriores ao dia do tremor, teve lugar a aparição de um cometa de cauda branca o que só deixou de ser visto depois do fato do tremor". Além de relatórios como o do Visconde de Suassuna, Dom Pedro II saiu de Pernambuco levando na bagagem outros textos produzidos por intelectuais, sobre o famoso terremoto que teria ocorrido no Recife.

O historiador Pereira da Costa informa, nos "Anais Pernambucanos", que uma dessas peças foi produzida pelo comendador Manuel Figueiroa de Faria (que era redator-proprietário do Diário de Pernambuco) e começava assim: "No ano de 1811 (não me recordo o mês) ao toque da Ave-Maria, sentiu-se na cidade do Recife um grande tremor subterrâneo, que aterrorizou a população, que de um só brado clamou aos céus - Misericórdia!"

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afogados 1Histórico

A cidade teve origem na fazenda de criação de gado Vila Dos Remédios, pertencente ao fazendeiro Manuel Francisco da Silva que, em 1836, mandou construir ali uma capela ao Senhor Bom Jesus dos Médicos. Logo em seguida, a construção de casas no local ganhou impulso.

A fazenda também era denominada Afogados da Ingazeira e a origem do nome, segundo a tradição popular, deve-se a um episódio ocorrido ali em tempos passados: um casal de viajantes tentou atravessar o Rio Pajeú mas, como era tempo de enchente, foi arrastado pelas águas e os corpos foram encontrados dias depois, distante alguns quilômetros do local do acidente.

Desmembrada do município de Flores, a localidade foi elevada à categoria de vila pela lei provincial n° 295, de 05 de maio de 1852. Foi elevada à categoria de cidade pela lei estadual n° 991, de 01 de julho de 1909.

Dados gerais

Localização: Sertão do Pajeú, distante 386 km do Recife.
Área: 392 km2
Solo: Argiloso/pedregoso/arenoso
Relevo: Suave ondulado e ondulado
Vegetação: Caatinga hiperxerófila
Ocorrência mineral: representada pelo complexo gnáissico, migmático, incluindo anfibolito e calcário
cristalino
Precipitação pluviométrica média anual: 764,0 milímetros
Meses chuvosos: Abril-Maio
População: 35.091 habitantes (IBGE 2010)
Eleitorado: 26.927 (TRE-2010)
Dia de feira: Sábado
Data de comemoração da emancipação política: 01 de julho
Prefeito: José Coimbra Patriota Filho (PTC)
Vice-Prefeito: Lucia de Fátima Lima de Moura (PTC)
Padroeiro: Bom Jesus dos Remédios

Base econômica

Historicamente, a economia do município sempre teve como base a pecuária de corte (bovinocultura e caprinocultura) e a pequena agricultura, com o cultivo de milho, mandioca e frutas. Além disso, vem ganhando destaque a avicultura, introduzida no município nas duas últimas décadas do século XX

Peculiaridades

O que caracteriza Afogados da Ingazeira são suas belezas naturais, as ricas manifestações da cultura popular presentes no município e um movimentado calendário de festas de rua.

Um dos principais pontos turísticos do município é a Serra do Giz, com várias inscrições rupestres. No artesanato, destacam-se as coloridas bonecas de pano, de várias formas e tamanhos.

No calendário festivo, destaque para os festejos juninos, as animadas cantorias de violas e promoções como o Festival Regional de Sanfona que acontece anualmente também no meio do ano.


Serviços

Prefeitura/ Endereço:
Pç.Mons.Alfredo de Arruda Câmara, 20 - CEP: 56800-000
Fones: 38381235 - 38381282-
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
www.arconet.com.br/users/afogados

Fórum/ Endereço:
Forum Des. Rodolfo Aureliano
R Sen. Paulo Guerra, 325 - Centro - Cep: 56800000
(87) 3838.3160 (87) 3838.3306

Câmara de Vereadores:
Rua Dr. Roberto Nogueira Lima, 236 – CEP: 56.800-000
Telefone: (87) 3821-0840

Vereadores (13):
Anthony Franklin de Moura Moraes (PMDB)
Augusto Severo Martins da Fonseca (PTB)
Cicero Ramos de Souza (PSD)
Igor Luiz Brito de As (PSDB)
José Carlos Silva Santos (PSL)
José Edson Ferreira (PSB)
José Raimundo Lima Santos (PSB)
Luiz Gonzaga da Silva Gomes (PRB)
Maria Antonieta de Lima Guimaraes Mendes (PPS)
Pedro Raimundo dos Santos (PPS)
Renaldo Lima Silva (PV)
Renildo José dos Santos (PT)
Vicente José Ferreira Zuza (PSB)

COMPESA - POSTO DE ATENDIMENTO:
Av. Arthur Padilha, 517 – Centro.
Telefone: (87) 3838-8709

CRAS:
Rua Bom Jesus, s/nº - São Francisco (Antiga Cagebe)
Telefone: (87)3838-1235

CREAS:
Rua Diomedes Gomes, nº 337 - Centro
Telefone: (87)3838-1235

IITB - INSTITUTO DE IDENTIFICAÇÃO TAVARES BURIL:
- Rua Senador Paulo Guerra, 277, Centro. CEP:56.800-000 (Secretaria De Assist. Social).
Telefone:(87) 3838-1285
- Rua Pedro Pires 28 Centro.
Telefone: (87) 3838-1285

FARMÁCIA LAFEPE
Endereço: Av. Manoel Borba, 63 - Centro. CEP: 56800-000.
Fone: (81) 3267-1125
Horario: Seg a Sex.: 08h às 17h
Sábado: 08h às 12h

DEFENSORIA PÚBLICA
Endereço: R Sen Paulo Guerra, 325
Centro - Afogados da Ingazeira - PE
Fone: (87) 3838-1517
Ponto de referência: Fórum local

MINISTÉRIO PÚBLICO:
Pca. Monsenhor alfredo arruda camara 298, 1º andar, centro
Telefone: (87) 3838-8955

Hospedagem

1 - Hotel e Pousada Brotas
Rua Vicente S, 329 - Centro. Tel.:(87) 3838-1214
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
www.pousadadebrotas.com
Estrutura: 23 apartamentos (ar-condicionado, chuveiro elétrico, frigobar), piscina, área para lazer, restaurante, auditório, sala de jogos.

2 - Pousada e Churrascaria Grande Rio
Av. Manoel Borba, 725 - Centro. Tel.:(87) 3838-1389

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