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Calendário Rural 12: Dezembro

Dezembro ainda é estação seca nas regiões que se estendem do Agreste ao Litoral. No Sertão, o período chuvoso vai-se consolidando e, com a perspectiva de bom inverno, o agricultor aumenta a prática das queimadas, preparando, a seu modo, as áreas para o plantio e transformando, com o fogo, a terra cada vez menos produtiva.

Em áreas fora do alcance das enxurradas, as marrecas irerês que chegaram ao Sertão fazem cuidadosamente seus ninhos e iniciam a postura, enquanto o tatu desaparece da caatinga e se mete de toca adentro, para reproduzir. No Agreste, os rebanhos ainda sofrem com a escassez de pastos, característica da temporada seca.

No Sertão, atraídos para a água (que pode ser até mesmo uma pequena poça), os sapos começam reproduzir. O acasalamento desse animal tão feio mas tão útil raramente se realiza em terra. E uma única fêmea é responsável pela postura de milhares de ovos que, dias depois, serão transformados numa grande quantidade de sapinhos que saem a caminhar entre a vegetação rasteira dos
campos.

Na zona da Mata, há fartura de manga, mas a safra do abacaxi vai chegando ao final e a pouca oferta deste fruto faz subir a cotação dos preços. Portanto, dezembro é um bom mês para o comércio do abacaxi.

No Sertão e em algumas áreas do Agreste, a quixabeira está florando, atraindo as incansáveis abelhas que fabricam o doce mel. No terreiro da casa da fazenda, o peru para a ceia do Natal está gordinho e o pernambucano se prepara para comemorar o final de mais um ano.

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