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Calendário Rural 05: Maio

Numa escala dos seus grandes vôos entre o Sudeste e o Norte brasileiros, as andorinhas chegam a alguns municípios do Agreste pernambucano, como Agrestina, por exemplo. Elas vêm em bandos e, à noite, permanecem na copa das árvores aninhando e acasalando. Pela manhã, voam aos pomares à cata de alimento, num vai-e-vem que se prolonga até julho, quando retornam aos seus lugares de origem.

No Sertão, as árvores resistentes a secas perdem as folhas e começam caducar, numa sábia atitude que tem como objetivo proteger a planta contra a desidratação provocada pelo calor e pelo vento. O umbuzeiro é uma dessas árvores.

Durante o verão, ele perde as folhas, para evitar a transpiração, e passa todo o período não-chuvoso em estado de dormência vegetativa, guardando água e nutrientes nas batatas de suas raízes.

As chuvas prosseguem no Agreste e na zona da Mata. No Sertão, o sol se faz cada vez mais presente. Por falta de flores, as abelhas acabam comendo o mel que produziram e é tempo das cactáceas frutificarem, fornecendo alimento para as arribaçãs que, agora, já invadem praticamente toda a caatinga, fazendo seus ninhos no chão. Nessa época, centenas e centenas de arribaçãs são abatidas pelos caçadores.

No Agreste, os solos estão úmidos, é tempo de represamento de rios e riachos, que contribuem para formação dos microclimas locais. A graviola frutifica, os campos estão verdes. No Sertão, as plantas nativas cobrem o solo com uma camada de folhas fenadas que servem de alimento para o gado. As folhas que sobram são reincorporadas e acabam servindo para adubar o chão.

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