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Curtindo a natureza – Turismo ecológico

O que a terra tem de belo e mais saudável

Nada melhor para combater o stress do dia-a-dia, para esquecer a agitação dos grandes centros urbanos, do que um contato direto com a natureza. E essa natureza está à sua espera, no interior pernambucano. De cachoeiras descendo entre a mata à incomparável beleza naturais da caatinga, a escolha é sua.


Um banho nas cachoeiras de Bonito acaba qualquer stress

O município de Bonito, a 137 km do Recife, tem 15 belas cachoeiras distribuídas numa área de pouco mais de 400 quilômetros quadrados, entre matas e serras esculpidas em milhões de anos. Entre essas quedas d’água estão: a Cachoeira Véu da Noiva, onde já é habitual a prática de esportes como descida com cordas; a Cachoeira da Corrente, onde se chega a pé ou de moto depois de uma caminhada de 14 quilômetros; a Pedra do Rodeadouro, rocha de 700 metros de altura cortada por uma coluna d’água; a Cachoeira da Tomada, onde a grande atração é uma piscina natural com cinco metros de profundidade e onde a rocha serve de banco para as pessoas curtirem a água da queda. As demais cachoeiras também encantam pelas belezas e são, igualmente, boas opções para relaxar.


Em São Benedito do Sul, as quedas d’água atravessam o verde do canavial

No município de São Benedito do Sul, a 180 km do Recife, o clima é agradável, com temperatura variando entre 14 e 20 graus. Ali existe uma série de vinte quedas d’água, distribuídas numa região de serras e onde a paisagem predominante são os canaviais. Entre essas quedas, estão as seguintes: Cachoeira do Brejinho, a 15 km da cidade, tem queda com dois metros de altura a poço com profundidade inferior a um metro, onde é possível deixar até as crianças à vontade; Poço do Soldado, queda d’água de cinco metros de altura, poço com profundidade de 1,5 metro, onde existe um banco de areia e área cercada de pedras; Poço do caboclo, a 10 km do centro da cidade, queda de dez metros de altura; Cachoeira do Sítio do Cajá, a oito quilômetros da cidade, queda de 10 metros de altura; Peri-Peri, a sete quilômetros da cidade, com queda d’água de 20 metros de altura, é a mais alta da cidade, onde a força da água massageia o corpo, tornando o banho altamente relaxante.


Catimbau: um vale que esconde todos os mistérios e belezas da caatinga

O Vale do Catimbau é uma área com cerca de 90 mil hectares, se estende entre os municípios de Buíque, no Agreste do Estado, a 285 km do Recife, e Tupanatinga, Inajá e Ibimirim, no Sertão do Moxotó. Está em processo de transformação, por parte do governo federal, em Unidade de Conservação de Proteção Integral. Será o segundo maior parque arqueológico do Brasil, ficando atrás apenas da Serra do Capivara, no Piauí.
O Vale abriga 23 sítios arqueológicos com grafismos rupestres já catalogados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e, de acordo com pesquisas realizadas pelo arqueólogo Marcos Albuquerque, da Universidade Federal de Pernambuco, a presença humana na região é datada de seis mil anos.

Entre os sítios arqueológicos do Vale, um dos mais importantes é o de Alcobaça, localizado a 20 km da sede do município de Buíque. Situado em um paredão rochoso, este sítio tem configuração de um anfiteatro, onde foram encontradas pinturas rupestres ocupando uma área de 50 metros de extensão por largura que varia de doía a três metros. Os grafismos, de acordo com estudos de Gislane Rocha, Fabiano Brito e Paulo Roberto Gouveia, foram feitos por diversos grupos étnicos que viveram na região em épocas diferentes e utilizaram várias técnicas de pintura.

No Vale, ainda vivem remanescentes de tribos indígenas. E uma outra grande riqueza da região é a extensa reserva de vegetação típica de caatinga, característica do semi-árido nordestino. São pequenas árvores retorcidas, geralmente espinhosas, de aspecto seco, raízes muito desenvolvidas, grossas e penetrantes. Durante a estação seca, essas árvores perdem as folhas, para melhor resistir à estiagem, retomando seu verde logo com a primeira chuva.

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