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Gilberto Freyre

gilberto freyreSociólogo, antropólogo e escritor, Gilberto de Melo Freyre nasceu no Recife, a 15/03/1900. Autor de dezenas de livros, entre os quais "Casa Grande e Senzala" (1933), seu mais importante trabalho, obra considerada fundamental para o entendimento da formação da sociedade brasileira.

Escreveu seu primeiro poema aos 11 anos de idade e, em 1917, concluiu, no Recife, o curso colegial (Colégio Americano Gilbeath de Pernambuco), seguindo, no princípio de 1918, para os USA, onde fez seus estudos universitários: na Universidade de Baylor (bacharelado em Artes Liberais com especialização em Ciências políticas e Sociais) e na Universidade de Colúmbia (mestrado e doutorado em Ciências Políticas, jurídicas e Sociais) onde defendeu, em 1922, a tese "Vida Social no Brasil em Meados do Século XIX".

Viaja a países da Europa e retorna ao Brasil em 1923. Considerado pioneiro da Sociologia no Brasil, em 1926 foi um dos idealizadores do I Congresso Brasileiro de Regionalismo do qual resultou a publicação do Manifesto Regionalista - documento contrário à Semana de Arte Moderna de 1922 e que valorizava o regionalismo nordestino em confronto com as manifestações da "cultura européia".

Em 1936 e 1959, publica, respectivamente, os livros "Sobrados e Mocambos" e "Ordem e Progresso", obras que, com "Casa Grande e Senmzala", formam uma trilogia sobre a história da sociedade patriarcal brasileira.

Foi pioneiro no Brasil ao abordar, em estudos sociológicos, temas como alimentação, moda, sexo etc. e causou polêmica ao defendera tese de que a riqueza cultural brasileira originou-se da mistura de raças (a missisgenação racial) propiciada pelo fato de o colonizador português não ter preconceitos raciais e isso teria facilitado o contacto com o colonizado cordato.

Em 1946 foi eleito deputado federal constituinte (UDN-PE), sendo vice-presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara e representante do governo brasileiro na Assembléia geral das Nações Unidas em 1947. Quando deputado, apresentou o projeto de criação do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais (posteriormente transformado em fundação).

De 1926 a 1930, foi secretário particular do então governador de Pernambuco, Estácio Coimbra. Durante a ditadura Vargas foi preso três vezes. Apoiou o governo militar que se instalou no Brasil em 1964 e, posteriormente, defenderia uma reabertura.

Foi, também, pintor. Como jornalista, dirigiu o jornal "A Província" (Recife) e o Diario de Pernambuco; escreveu para a revista O Cruzeiro e colaborou com várias revistas estrangeiras, entre as quais The American Scholar (USA), The Listener (Londres), Diogène (Paris), Kontinent (Viena) e outras.

Era integrante do Conselho Federal de Cultura desde a sua criação; foi presidente do conselho-diretor da Fundação Joaquim Nabuco (Recife); ; detentor de vários prêmios literários e doutor Honoris Causa de dezenas de universidades brasileiras e estrangeiras. Da Rainha Elezibeth II recebeu o título de Cavaleiro do Império Britânico. Morreu no Recife, a 18/07/1987, de isquemia cerebral, depois de passar uma semana na UTI do Hospital Português.

Interpretação da obra

Segundo Celso Pedro Luft, Gilberto Freyre "é uma das glórias do pensamento brasileiro". No Dicionário de Literatura Portuguesa e Brasileiro, Luft assim define o autor pernambucano: "A rigorosa formação universitária, as qualidades de cientista e artista, o seu anti-sectarismo permitiram-lhe imprimir novos rumos aos estudos socioculturais. Rumos mais metódicos, mais técnicos, para progredir nos caminhos de Sílvio Romero e Euclides da Cunha. Casa Grande & Senzala é um marco de suma importância para a ciência e as letras brasileiras, valendo ao autor projeção internacional".

Ainda segundo Celso Luft, Gilberto Freyre foi "um pensador equilibrado, soube evitar os extremos: como cientista foge aos exageros cientificistas, como artista nada tem de estetismo. Revolucionando o ensaio científico nos seus métodos, revolucionou-o também na expressão.

A sua prosa, pobre na aparência, é antes sóbria e precisa. Vocabulário reduzido, terminologia científica só rigorosamente necessária, pouca adjetivação. Não qualifica; faz das comparações os seus adjetivos -como observou Luís Jardim. Mas, preferindo palavras simples e pouco numerosas, evitando o preciosismo, a retórica, o supérfluo - G.F. imprime grande plasticidade, colorido e ritmo à sua prosa".

Celso Pedro Luft conclui: "Pela expressão concreta, pelas imagens fortes, pelo vocabulário e fraseado vivo, Gilberto Freyre consegue dar força e calor humano ao que escreve. Daí o interesse com que se lêem os seus ensaios que, sem o estilo pessoal do autor, facilmente seriam áridos ou indigestos".

Sobre Casa Grande & Senzala, Celso Luft escreve: "Pode-se dizer que, com esse livro, Gilberto Freyre iniciou o ensaio científico, em contraposição ao ensaio acadêmico; revolucionou os estudos de sociologia histórica brasileira. Nessa obra, como nas que se lhe seguem, uma ampla e inteligente pesquisa justifica as conclusões".

Prêmios e medalhas

Prêmio da Sociedade Felipe d'Oliveira, RJ, 1934 * Prêmio Anisfield-Wolf, USA, 1957 * Prêmio de Excelência Literária, Academia Paulista de Letras, 1961 * Prêmio Machado de Assis, Academia Brasileira de Letras (conjunto de obra), 1962 * Prêmio Moinho Santista de Ciências Sociais, 1964 * Prêmio Aspen, Instituto Aspen, USA, 1967 * Prêmio Internacional La Madonnina, Itália, 1969 * Troféu Novo Mundo, São Paulo, por "obras notáveis em Sociologia e História", 1973 * Troféu Diários Associados, por "maior distinção atual em Artes Plásticas", 1973 * Prêmio Jabuti, Câmara Brasileira do Livro, 1973 * Sir - "Cavaleiro Comandante do Império Britânico", distinção conferida pela Rainha da Inglaterra em 1971 * Medalha Joaquim Nabuco, Assembléia Legislativa de Pernambuco, 1972 * Medalha de Ouro José Vasconcelos, Frente de Afirmación Hispanista de México, 1974 * Educador do Ano, Sindicato dos Professores do Ensino Primário e Secundário em Pernambuco e Associação dos Professores do Ensino Oficial, 1974 * Medalha Massangana, Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, 1974 * Prêmio Caixa Econômica Federal, Fundação Cultural do Distrito Federal, 1979 * Prêmio Moinho Recife, 1980 * Medalha da Ordem do Ipiranga, do Estado de São Paulo, 1980 * Grã-cruz da República Federal Alemã, 1980.

Títulos

Doutor Honoris Causa, em Letras, pela Universidade de Columbia * Doutor Honoris Causa pela Sorbonne * Doutor Honoris Causa, em Letras, pela Universidade de Coimbra * Doutor Honoris Causa, em Letras, pela Universidade de Sussex, Inglaterra * Doutor em Ciências Políticas, Jurídicas e Sociais, pela Universidade de Münster, Alemanha * Doutor Honoris Causa, em Filosofia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro * Doutor Honoris Causa, em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Universidade Federal de Pernambuco * Adstrito Honorário da Universidade de Salamanca, Espanha * Adstrito Honorário da Universidade de Buenos Ayres * Professor Honorário das universidades federais de Pernambuco, Bahia e Paraíba.

Bibliografia completa

1933: Casa Grande e Senzala (Formação da Família Brasileira sob o Regime de Economia patriarcal), Maia & Schmidt Ltda, RJ. 20a edição, comemorativa do 80o aniversário do autor, pela Editora José Olympio/Instituto Nacional do Livro, com ilustrações de Tomás Santa Rosa, Cícero Dias e Poty e poemas de Carlos Drummond de Andrade, João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira; prefácio de Eduardo Portella e crônica de José Lins do Rego. Traduções nas línguas espanhola, inglesa, francesa, alemã, italiana e polonesa e edição em Portugal.

1934: Guia Prático, Histórico e Sentimental da Cidade do Recife, com ilustrações de Luís Jardim, Edição do Autor. 4a edição pela Editora José Olympio, RJ, 1968, com fotografias e ilustrações de Luís Jardim e Rosa Maria.

1935: Artigos de Jornal, Casa Mouzart, Recife. Incluído em Retalhos de Jornais Velhos.

1936: Sobrados e Mocambos (Decadência do Patriarcado Rural e Desenvolvimento do Urbano), Companhia Editora Nacional, São Paulo. 2a edição, refundida, 3 volumes, com ilustrações de Lula Cardoso Ayres, Manuel Bandeira, Carlos Leão e do autor, Editora José Olympio, RJ, 1951. Várias edições seguintes e edições também inglesa e norte-americana.

1937: Nordeste (Aspectos da Influência da Cana Sobre a Vida e a Paisagem do Nordeste do Brasil), com fotografias e ilustrações de Manuel Bandeira, Editora José Olympio, RJ. Várias edições seguintes e traduções espanhola, francesa e italiana.

1938: Conferências na Europa, Ministério da Educação e Saúde, RJ. Revisto e aumentado, passou a constituir O Mundo que o Português Criou.

1939: Açúcar (Algumas Receitas de Doces e Bolos dos Engenhos do Nordeste), com ilustrações de Manuel Bandeira, Editora José Olympio, RJ. A partir de 1969, novas edições, aumentadas, sob o título Açúcar (Em Torno da Etnografia, da História e da Sociologia do Doce no Nordeste Canavieiro do Brasil), com ilustrações de Manuel Bandeira.

1939: Olinda - 2o Guia prático, Histórico e Sentimental de Cidade Brasileira, edição do autor, Recife, com ilustrações de Manuel Bandeira. Várias edições seguintes, revistas e aumentadas, pela Editora José Olympio, RJ.

1940: Diário Íntimo do Engenheiro Vauthier (prefácio e notas), Ministério da educação, RJ. Incluído na segunda edição de Um Engenheiro Francês no Brasil.

1940: Um Engenheiro Francês no Brasil - prefácio do prof. Paul Arbousse-Bastide. 2a edição em 2 volumes ilustrados, 1960: 1o vol. Um Engenheiro Francês no Brasil; 2o vol. Diário Íntimo de Louis Léger Vauthier, Cartas Brasileiras de Vauthier, tradução de Vera M.F. de Andrade e prefácio, introdução e notas de G. Freyre. Todas as edições pela Editora José Olympio, RJ.

1940: Memória de Um Cavalcanti (Introdução às), Companhia Editora Nacional, SP. Incluído em O Velho Félix e suas Memórias de um Cavalcanti.

1940: O Mundo que o Português Criou (Aspectos das Relações Sociais e de Cultura do Brasil com Portugal e as Colônias Portuguesas), Editora José Olympio. Edição em Portugal.

1941: Região e Tradição, prefácio de José Lins do Rego e ilustrações de Cícero Dias, Editora José Olympio, RJ. 2a edição Gráfica Record Editora, RJ, 1968.

1942: Ingleses, prefácio de José Lins do Rego, Editora José Olympio.

1943: Problemas Brasileiros de Antropologia, Casa do Estudante do Brasil, RJ. Edições seguintes, com prefácio de Gonçalves Fernandes, pela Editora José Olympio, RJ.

1944: Perfil de Euclides e Outros Perfis, desenhos de Santa Rosa e C. Portinari, Editora José Olympio, RJ.

1944: Na Bahia, Em 1943, Companhia Brasileira de Artes Gráficas, RJ.

1945: Sociologia I (Introdução ao Estudo dos Seus Princípios), 2 volumes, várias edições, todas pela Editora José Olympio, com prefácio de Anísio Teixeira.

1945: Brazil: An Interpretation, Alfred A. Knopf, Nova Iorque. 2a edição em 1947 (texto expandido em New World in the Tropics). Edição brasileira: Interpretação do Brasil, tradução e introdução de Olívio Montenegro, Editora José Olympio, RJ, 1947. Edições também em Portugal, Itália, México.

1948: Ingleses no Brasil (Aspectos da Influência Britânica sobre a Vida, a Paisagem e a Cultura do Brasil), Editora José Olympio, RJ.

1950: Quase Política (9 Discursos e 1 Conferência), Editora José Olympio, RJ. 2a edição em 1966.

1953: Um Brasileiro em Terras Portuguesas (Introdução a uma Possível Lusotropicologia, Acompanhada de Conferências e Discursos Proferidos em Portugal e em Terras Lusitanas e ex-Lusitanas da Ásia, da África e do Atlântico), Editora José Olympio, RJ. Edição também em Portugal.

1953: Aventura e Rotina (Sugestões de uma Viagem à Procura das Constantes Portuguesas de Caráter e Ação), Editora José Olympio, RJ, e edição em Portugal.

1955: Assombrações do Recife Velho, Editora Condé, RJ. 2a e 3a edições pela José Olympio, 1970 e 1974.

1956: Problème de Changement Social Au 20eme Siècle (com L. von Wiese, Morris Guinsberg e Georges Davy), Londres e Hereford.

1958: Integração Portuguesa nos Trópicos. Portuguese Integration in the Tropics. Junta de Investigações do Ultramar, Vila Nova de Famalicão, Portugal.

1959: Ordem e Progresso (Processo de Desintegração das Sociedades Patriarcal e Semipatriarcal no Brasil sob o Regime de Trabalho Livre: Aspectos de um Quase Meio Século de Transição do Trabalho escravo para o Trabalho Livre; e da Monarquia para a República), 2 volumes, Editora José Olympio, RJ. Edição também em língua inglesa.

1959: O Velho Félix e suas Memórias de um Cavalcanti, Editora José Olympio, RJ.

1959: New World in the Tropics, Knopf, Nova Iorque. edição em língua portuguesa: Novo Mundo nos Trópicos, tradução de Olívio Montenegro e Luís Miranda Corrêa, 1a edição pela Companhia Editora nacional, SP, 1971. Também editada no Japão.

1959: A Propósito de Frades, Universidade da Bahia.

1960: Brasis, Brasil e Brasília, Livros do Brasil, Lisboa. 2a edição,atualizada, Gráfica Record Editora, RJ, 1968.

1961: O Luso e o Trópico - Sugestões em Torno dos Métodos Portugueses de Integração de Povos Autóctones e de Culturas Diferentes da Européia num Complexo Novo de Civilização: O Lusotropical, editado pela Comissão Executiva das Comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique, Lisboa. edições também em francês e inglês.

1961: Sugestões de um Novo Contacto com Universidades Européias, Imprensa Universitária, Recife.

1962: Arte, Ciência e Trópico (Em Torno de Alguns Problemas de Sociologia da Arte), Edições Martins, SP.

1962: Homem, Cultura e Trópico, Imprensa Universitária, Recife.

1962: Vida, Forma e Cor, Editora José Olympio, RJ, prefácio de Renato Carneiro Campos.

1962: Talvez Poesia, Editora José Olympio, RJ, prefácio de Mauro Mota.

1963: Brazil, Pan American Union, Washington.

1963: O Escravo nos Anúncios de Jornais Brasileiros do Século XIX, Imprensa Universitária, Recife e 2a edição pela Companhia Editora Nacional/Instituto Joaquim Nabuco, em 1979.

1964: Vida Social no Brasil nos Meados do Século XIX, tradução do original inglês (Social Life in Brazil in the Middle of the 19th Century) por Valdemar Valente e prefaciada pelo autor, Instituto Joaquim Nabuco, Recife.

1964: Retalhos de Jornais Velhos, Editora José Olympio, RJ, prefácio de Luís Jardim.

1964: Dona Sinhá e o Filho Padre (seminovela), editora José Olympio, RJ. Edições também norte-americana e em Portugal.

1965: Seis Conferências em Busca de um Leitor, Editora José Olympio, RJ.

1966: The Racial Factors in Contemporany Politics, Sussex, Inglaterra.

1967: Sociologia da Medicina, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa.

1968: Oliveira Lima, Dom Quixote Gordo (com 60 cartas inéditas de Oliveira Lima), Imprensa Universitária, Recife. 2a edição em 1970.

1968: Como e Porque Sou e Não Sou Sociólogo, Editora Universidade de Brasília.

1968: Contribuição Para Uma Sociologia da Biografia (O Exemplo de Luís de Albuquerque, Governador de Mato Grosso, no fim do Século XVIII), 2 volumes, Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Lisboa. 2a edição pela Fundação de Cultura de Mato Grosso, 1978.

1969: Transformação Regional e Ciência Ecológica, Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife.

1970: Cana e Reforma Agrária (com outros autores), Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Recife.

1971: Seleta para Jovens, Organizada pelo autor com a colaboração de Maria Elisa Dias Collier, Editora José Olympio, RJ.

1971: The History of Brazil, 3 volumes, edição conjunta de The Masters and Slaves, The mansions and the Shanties e Order and Progress, Secker & Warbury, Londres.

1971: Nós e a Europa Germânica (Em Torno de Alguns Aspectos das Relações do Brasil com a Cultura Germânica no Decorrer do Século XIX), Grifo Edições/INL, Rio de Janeiro/Brasília.

1971: A Casa Brasileira (Tentativa de Síntese de Três Diferentes Abordagens, já Realizadas pelo Autor, de um Assunto Complexo: a Antropológica, a Histórica, a Sociológica), Grifo Edições, RJ.

1972: A Condição Humana e Outros Temas - Trechos escolhidos por Maria Elisa Dias Collier, Grifo Edições/INL, Rio de Janeiro/Brasília.

1973:Além do Apenas Moderno (Sugestões em Torno de Possíveis Futuros do Homem, em Geral, e do Homem Brasileiro, em Particular), Editora José Olympio, RJ. Edição também na Espanha.

1974: The Gilberto Freyre Reader. Transl. by Barbara Shelby. Alfred A. Knopf, New York.

1975: Tempo Morto e Outros Tempos (trechos de um diário de adolescência e primeira mocidade - 1915/1930), Editora José Olympio.

1975: A Presença do Açúcar na Formação Brasileira, Instituto do Açúcar e do Álcool.

1975: O Brasileiro Entre os Outros Hispanos: Afinidades e Possíveis Futuros nas suas Inter-relações, Editora José Olympio/INL.

1977: O Outro Amor do Dr. Paulo (seminovela, continuação de Dona Sinhá e o Filho Padre), Editora José Olympio, RJ.

1977: Antologia, Ediciones Cultura Hispánica, Madri.

1977: Obra Escolhida (Casa Grande & Senzala, Nordeste e Novo Mundo nos Trópicos), Nova Aguilar, RJ.

1978: Alhos & Bugalhos, Editora Nova Fronteira, RJ.

1978: Cartas do Próprio Punho Sobre Pessoas e Coisas do Brasil e do Estrangeiro, Conselho Federal de Cultura, RJ.

1979: Heróis e Vilões no Romance Brasileiro, Cultrix/Editora da USP.

1979: OH de Casa! - Em Torno da Casa Brasileira e da sua Projeção sobre um Tipo Nacional de Homem, Artenova/Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais.

1979: Tempo de Aprendiz, Ibrasa/INL.

1979: Pessoas, Coisa e Animais, MPM Propaganda.

1980: Poesia Reunida, Edições Pirata, Recife, com ilustrações de Marcos Cordeiro.

1988: Ferro e Civilização no Brasil, Fundação Gilberto Freyre, Recife, e Editora Record, Rio de Janeiro.

Adaptção para teatro: Casa Grande & Senzala, drama em três atos, de José Carlos Cavalcanti Borges, Serviço Nacional de Teatro, RJ.


Livros sobre Gilberto Freyre

1944: Gilberto Freyre (Notas biográficas), ilustrado, de Diogo de Melo Menezes, prefácio de Monteiro Lobato, Casa do Estudante do Brasil, RJ.

1962: Gilberto Freyre, Sua Ciência, Sua Filosofia, Sua Arte (64 ensaios sobre G.F. e sua influência na moderna cultura do Brasil), obra comemorativa do jubileu de prata de Casa grande & Senzala, ilustrado, Editora José Olympio, RJ.

1979: Casa Grande & Senzala, Obra Didática?, de Gilberto de Macedo, Editora Cátedra/INL.

1984: O Elogio da Dominação - Relendo Casa Grande & Senzala, Maria Alice de Aguiar Medeiros, Achiamé, RJ.

Outros: Casa Grande & Senzala foi o tema escolhido pela Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira para o seu desfile no carnaval carioca de 1962.

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