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Xilogravura

xilogravuraIlustrações populares obtidas por gravuras talhadas em madeira, muito difundidas no Nordeste e sempre associadas à Literatura de Cordel, uma vez que a partir do final do Século XIX passaram a ser utilizadas na produção de capas dos folhetos. Anteriormente, a xilogravura tinha uso considerado "menos nobre", como a confecção de rótulos de garrafas de cachaça e outros produtos. Sua grande popularidade veio com o Cordel.

A origem da xilogravura nordestina até hoje é ignorada. Acredita-se que os missionários portugueses tenham ensinado sua técnica aos brasilíndios, como uma atividade extra-catequese, partindo do princípio religioso que defende a necessidade de ocupar as mãos para que a mente não fique livre, sujeita aos maus pensamentos, ao pecado.

As matrizes para a impressão das ilustrações são talhadas em madeira mole (o cajá, por exemplo), geralmente pelos próprios autores das histórias de Cordel que utilizam apenas um canivete ou faca domética bem amolados. Na década de 1960, depois que intelectuais e pesquisadores passaram a publicar luxuosos álbuns de gravuras produzidas por artistas populares do Nordeste, a xilogravura ganhou status de arte e projeção nacional e internacional. Entre os maiores xilogravuristas pernambucanos, estão Dila e J. Borges.

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