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Iguarias - Buchada

De origem portuguesa, o prato consiste na técnica de cozinhar os miúdos (coração, fígado, rins, sangue, tripas) do carneiro ou bode dentro de seu próprio estômago. Nas terras lusas, a iguaria é conhecida como maranhos, bandova, borlhões ou brunhões, a depender da região. Lá, diferentemente daqui, o prato pode ser preparado utilizando também porco ou boi e ainda a bexiga do animal.

O estômago – também conhecido por bucho, daí o nome buchada – é recheado com os miúdos, costurado com linha branca ou tripas e levado para cozinhar em água e sal, junto com toucinho e a cabeça do animal. Do caldo do cozimento, prepara-se um pirão para servir de acompanhamento.

Considerado uma das mais típicas iguarias da cozinha pernambucana e nordestina, a buchada está presente nas festas de casamento, batizados e aniversários na zona rural. Em acontecimentos e datas especiais, o homem interiorano aprecia esse pesado prato, sempre acompanhado por uma "lapada" de cachaça antes e outra depois para "quebrar suas forças". Como diria o matuto: “Antes a abrideira e depois a saideira para inquilibrar o estambo” (SOUTO MAIOR).


Fontes consultadas:

CAVALCANTI, M. L. M. História dos sabores pernambucanos. 4.ed. Recife: Fundação Gilberto Freyre, 2010.

SOUTO MAIOR, M. Comes e bebes do Nordeste. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2004.

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