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Eduardo Campos

 

eduardo-campos-2“Todos nós temos uma conta na
História. É hora de olhar para
o futuro e construir o
desenvolvimento do Brasil.”

Esta frase do ex-governador Eduardo Campos não foi pronunciada recentemente em decorrência da campanha presidencial: foi dita a 16 de janeiro de 2007, portanto, logo no início de sua atuação à frente do Governo de Pernambuco, durante um encontro com empresários pernambucanos. Na ocasião, Campos criticou o modelo de desenvolvimento econômico brasileiro (inclusive o adotado no primeiro mandato do presidente Lula, a quem chamou de “meu companheiro e meu amigo”), defendeu políticas específicas para o Nordeste e a “construção de uma unidade nacional em torno de um projeto de crescimento voltado para tirar o País da mediocridade a que está submetido há 30 anos”.
    
Os pronunciamentos de Eduardo Campos enquanto Governador de Pernambuco entre 2007 e 2010 (período em que ele construiu, na reeleição, uma vitória jamais registrada na história de Pernambuco, com 82,84% dos votos válidos) são uma amostra do pensamento desse jovem político brasileiro. E estão reunidos num livro (em 04 volumes), ainda inédito, organizado pelos jornalistas Marcos Cirano e Evaldo Costa. Com raríssimas exceções, são todos discursos de improviso que foram gravados pela equipe da Secretaria de Imprensa do Governo do Estado,durante solenidades públicas de lançamentos de projetos/programas e visitas de acompanhamento e atos de entrega/inaugurações de obras ou ações do Governo.

Na edição, os textos foram acrescidos de uma sinopse de cada discurso e de um resumo do tema tratado em cada solenidade. Desse material, foram extraídas as frases abaixo:


“A única forma de a gente
proteger de verdade é a gente
dar oportunidade àqueles
que precisam de oportunidade.”
(Em visita ao Projeto Orquestra Cidadã Meninos do Coque, comunidade pobre no Recife, 20/03/2007)


“Nós no Nordeste não queremos
compensações, nem migalhas. Nós queremos
ser parte da solução do desenvolvimento
do nosso País e do mundo.”
(Durante reunião da Câmara Americana de Comércio, em Porto de Galinhas, 31/03/2007 )

“O que está dando certo no mundo
é o que se planeja com criação
de metas e buscando resultados, é choque
de gestão. Não dá mais para ficar
atrás de um birô achando que as coisas
vão acontecer num passe de mágica.”
(Durante inauguração de uma maternidade, Recife, 12/06/2007)


“Brincando, eu dizia que nós deveríamos
ter duas Secretarias: uma da saúde e outra da doença. Porque a parte da doença termina sem deixar que sobre dinheiro para cuidar da saúde.”
(Ao assinar, em Petrolina, convênio para as obras de um hospital, 05/09/ 2007)

“Pernambuco vai crescer, nesses
últimos quatro anos, acima
da média do Nordeste e do Brasil.”
(Protocolo de intenções para instalar unidade industrialem Bom Conselho,18/09/2007)

“A regra não é colocar o lixo
debaixo do tapete: é ter a coragem
política de mostrar as coisas que estão
com dificuldade, doa a quem doer.”
(Ao lançar plano de combate à violência contra a mulher, 05/10/2007)

“É muito melhor a gente falar com
os sentimentos da presença, da
alma, do que dizer as coisas que
convém dizer nos protocolos oficiais.”
(Durante as festividades pelos 190 anos da Polícia Civil, 08/10/2007)


“A esquerda de Pernambuco ensinou
à esquerda do Brasil como se faz frente
sem perder a identidade e juntando
adversários em torno de objetivos comuns.”
(Ao inaugurar avenida com nome de Miguel Arraes, Recife10/10/2007)


“Desenvolvimento só se sustenta
quando a gente faz com que o povo vá
junto a esse desenvolvimento.”
(Durante inauguração de hospital na cidade do Cabo, 11/10/2007)

“A maior de todas as obras que
um governante pode fazer é
inaugurar vida na vida das pessoas.”
(Em Quipapá, na retomada das obras da Transnordestina, 15/10/2007)


“A nossa geração foi muito
contaminada pelo Brasil do curto
prazo, do desânimo, da falta de
perspectiva, pelo Brasil do overnigt.”
(Durante as comemorações dos 45 anos da Ceasa, a 16/10/2007)


“Nosso desafio não é desfazer o que
o outros fizeram. É fazer melhor o que
os outros vinham fazendo bem
e corrigir o que precisa de correção”
(Ao anunciar a inclusão de pão na merenda escolar, a 19/10/2007)


“Não estamos fazendo favor
nenhum, estamos fazendo nossa obrigação,
estamos dando conta da confiança
que o povo depositou nas nossas mãos”
(Em Moreno, ao lançar programa habitacional 14/11/2007)


“O certo não é descer com um pacote
feito, porque quem entende da
realidade é quem ali vive, é quem ali
trabalha, quem faz as coisas acontecerem”
(Durante lançamento de obras rodoviárias, a 20/11/2007)


“Quando a gente está em campanha
política, a gente anda no meio do povo, faz comício de  madrugada, meio-dia
em ponto... Por que quando a gente está no
Governo não faz a mesma coisa? ”
(Em Bodocó, na inauguração de uma adutora, 21/11/2007)


“Um povo organizado, que sabe
os seus direitos e a sua força,
é um povo que bota medo
nos que querem manter privilégios.”
(Ao lançar nova versão do Programa Chapéu de Palha, Zona da mata do Estado, 03/12/2007)


“Bate-boca de políticos não gera
emprego, não melhora educação,
não enche barriga de ninguém. Só
enche páginas de jornais.”
(No município de Paulista, 22 de maio de 2008)

“Chegamos ao século 21, o homem
inventou a Internet e o
telefone celular, foi à lua, e nós
aqui atrás de uma lata de água”.
(Na inauguração de uma estação de tratamento de água, Cabo, 26/02/2008)

“Quando se coloca a alma, o desejo,
a gente transforma em possível
aquilo que aos olhos dos
desanimados parecia impossível”
(Ao implantar novo sistema de arrecadação fazendária no Estado, 04/01/2008)

 

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