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Aljube de Olinda

Edificação projetada em 1722 pelos engenheiros João de Macedo Corte Real e Diogo da Silveira Velozo para abrigar o Aljube (palavra de origem árabe que significa cárcere, masmorra) da Diocese de Olinda. Está localizado à Rua 13 de Maio, na parte alta da cidade.

Originalmente a edificação foi utilizada para o recolhimento de homens e mulheres acusados de delitos contra a religião Católica Romana. Entre 1764 e 1766 foi construída a sua frente a Capela de São Pedro Advíncula que permitia aos presos assistirem aos ofícios religiosos.

 

Ao longo dos anos, o projeto original de 1722 sofreu algumas modificações, sendo uma das mais significativas a ocorrida em 1874, época em que o prédio deixou de ser um "cárcere de foro eclesiástico" e suas instalações passaram a abrigar a Cadeia Pública da cidade de Olinda.

 

Em 1966, o conjunto arquitetônico (o Aljube e a Capela) foi tombado e restaurado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Atualmente o prédio da antiga cadeia abriga o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, um dos mais representativos do estado.

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